Crédito: Dog Hero

Em períodos de feriado prolongado, como o da Independência, muitas
pessoas fazem planos para viajar e não têm com quem deixar o bichinho.
Uma alternativa cada vez mais usada é hospedá-lo com um DogHero,
Anfitrião que hospedará e cuidará do animal durante a ausência do tutor.
Já para quem deseja levá-lo na viagem, alguns cuidados devem ser
tomados para o transporte do mascote. A seguir, a veterinária da DogHero (doghero.com.br), Ingrid Stein, dá dicas para ambas situações. Confira!

Se o pet ficar
Caso o seu destino não seja pet friendly, uma opção é hospedar o cãozinho com um Anfitrião – como são chamadas as pessoas que recebem em casa os hóspedes da DogHero – para oferecer uma estadia tranquila e divertida tanto para o pet.
“Na
casa dos Anfitriões, os animais têm a rotina de mimos mantida:
passeios, alimentação, brincadeiras e eventuais cuidados de saúde. Eles
realmente se sentem em casa”
, explica Ingrid. Os Anfitriões são
responsáveis por proporcionar conforto e carinho, além de enviar
diariamente fotos e vídeos dos cãezinhos aos tutores.
Se o bichinho também viajar
O amigo de quatro patas vai passear com o tutor, mas, para isso, algumas regras devem ser seguidas.
Transporte de avião
– As companhias aéreas exigem que o cachorro ou gato viaje na caixa de
transporte durante todo o trajeto. Para viajar na cabine, o pet deve
pesar, somado com o peso da caixa, até 7 kg. Se a soma ultrapassar 7 kg,
o mascote viaja distante do dono no bagageiro do avião, o que pode ser
estressante para alguns animais;

Há um custo envolvido: a companhia aérea Latam, por exemplo, cobra uma
tarifa fixa de R$ 200 (trecho) para o transporte do pet na cabine;
– É preciso apresentar os atestados de saúde e vacinação, emitidos por um veterinário até 48 horas de embarcar;

Muitas vezes, o bichinho que não está acostumado com viagens deve tomar
um remedinho para enjoo: é indicado conversar com o veterinário dele
sobre;

Boa parte das companhias aéreas não aceita transportar braquicefálicos
(raças de cachorros com o focinho achatado) – como shih tzu, buldogue
francês, buldogue inglês, pug, boxer, pequinês e boston terrier – que
exigem cuidados especiais.
Transporte de carro, ônibus ou trem

O cinto de segurança adequado é obrigatório para a locomoção do
bichinho. Outra opção é a caixa de transporte, normalmente de plástico
com ventilação nas laterais. A terceira opção seria a cadeirinha,
similar àquelas utilizadas pelas crianças. O mascote é preso pela
coleira no cesto;

Em caso de viagens mais longas, é muito importante realizar paradas a
cada duas ou três horas, para o pet fazer as necessidades, esticar as
patinhas, beber água e, dependendo do tempo, realizar uma refeição.
Stein
aconselha ainda que é preciso analisar os prós e os contras de levar o
animal junto na viagem. Por exemplo, o pet poderá ficar sozinho no local
de hospedagem enquanto a família realiza algum passeio? A mudança de
rotina será estressante para ele? “Pense bem no destino, no meio de
transporte, nas atividades e na duração da viagem. Tudo deve ser levado
em conta para decidir se você deve levar ou não o bichinho na viagem”
, finaliza.
Saiba mais sobre a DogHero
Empresa que oferece residência domiciliar e personalizada aos cachorros, a DogHero
é uma plataforma digital que permite que o tutor do animal selecione o
melhor anfitrião para receber e cuidar de seu animal em sua ausência.
Com atendimento diferenciado e afetuoso, a empresa cuida de todos os
detalhes da estadia do pet, oferecendo assistência em caso de eventuais
acidentes, além de todo o suporte de contato à distância entre os
responsáveis e seus bichos. Qualquer amante de animais pode se
candidatar para ser um anfitrião DogHero, basta entrar
no site e se cadastrar – mas só são aprovadas as pessoas que possuem
perfil e oferecem uma estadia confortável e satisfatória ao cachorro.